"CARTA ABERTA DE UM NADA NOTÁVEL DA R.A.B.A.
(Real Academia Brasileira de Absurdos)
Amigos, manhã destas, deparei com imagem dantesca durante o informativo televisivo, em meu modesto receptor quatro Ká de sessenta polegadas:
Ao vivo e à cores, lá longe, far way from here, um PAPA SEM THE MAMAS, osculava, lânguido, doze impressores de pegadas humanas, pertencentes, estes, à doze malfeitores que habitavam, enjaulados, um reformatório de almas encarnadas.
Veio-me, de chofre, o seguinte questionamento:
Cacete! Por quê não beijas doze pés de médicos, ó, bip-bip??? Por quê não beijas e abraças e acaricias doze pés de professores??? Diga-me o porquê, criatura batinosa, não beijas pés de quem, obediente às Leis de Deus, não habita presídios, lotados de ralé bandoleira???
Amigos, sopesem:
Mas, o quê é que leva um representante da manifesta fiocruz à explicar seu ósculo indecente, doze vezes repetido, como um gesto antigo de escravos, que honravam os convidados de seu patrão, lavando o chulé e limpando frieiras de um pé-bandido?
Seria este patrão, uma entidade maléfica que tinha por hábito a companhia de malfeitores?
Só pode; pois, como bem diz o ditado, "diga-me com quem andas e te direi quem és..."
Mas, criatura papal, então, por acaso, seu manso patrão não seria, também, aquele um da cruz, ao qual alegas um sacrifício, imposto por gente de pés-bandidos, iguais aos pés que ora osculas? Sendo, estes, os mesmos que, chibata em punho, humilharam e debocharam de seu deus, o manso patrão???
Não consigo, definitivamente, meus amigos notáveis, compreender a misericórdia ao erro e a punição à vida, que, feita esta de sensações carnais, quando temperada com pitadas de auto-estima e bom senso, propiciam ao homem, de uma forma geral, o entendimento de sua própria essência e sua justa ligação com Deus.
Argumento, então, agora:
Não seria este tipo de atitude, um beija-pés, nos dias de hoje, de homens de pouca ou nenhuma fé, dias repletos de facilidades ao alcance das mãos, que alimenta a falácia e a certeza de impunidade dos homens maus?
Tome um filho recém nascido e o crie sem boas palmadas na hora do erro, para ver se não criarás um pivete marginal já aos treze anos de idade...
ERROS HÃO QUE SER PUNIDOS!!!
A boa educação deve ser com castigo e prêmio à cada situação que se apresente. Algo, por estranho que possa parecer, conforme o treino de um animal doméstico; carícias e biscoitinhos aos acertos e repulsa e vexação aos erros...
Certamente, premiar com carinho à quem erra, nestes dias de lavagem cerebral comunista, ditadora e terrorista, só faz aumentar a população carcerária de qualquer país.
A cena protagonizada pelo bip-bip papa-léguas na semana do ovo de chocolate, só me dá a certeza de que a deseducação sistemática da humanidade para as verdades históricas, faz lembrar que a misericórdia, mal servida, ajuda muito é a apagar, da memória coletiva, dois genocídios de uma raça.
A saber:
Um milhão e trezentos mil judeus no ano setenta e três de nossa era, aproximadamente, e mais seis milhões de mortos durante a segunda grande guerra mundial.
A religião, dogmática ou não, traz aos fiéis, na grande maioria ingênuos, um porto seguro às boas almas... mas, devemos, creio eu, apontar erros crassos de conduta religiosa.
Na minha opinião, a igreja comunista dos apóstolos de Roma deveria se adeqüar aos tempos modernos para não perder fiéis. Promover a verdade sobre suas bases religiosas é um bom começo...
Em tempo: católica, significa universal e universal significa comum à um todo...
Por fim, já nos dizia Fidelinho, o macarrão das criancinhas cubanas: "José foi o primeiro comunista!"
Mentira deslavada de Fidelinho...!
O Zé era carioca e namorava a rosinha... é o que eu sei.
Por MARRARAMA SIRISO, membro da Real Academia Brasileira de Absurdos (RABA), para o BLOG DO APOLÔNIO.
Em tempo: católica, significa universal e universal significa comum à um todo...
Por fim, já nos dizia Fidelinho, o macarrão das criancinhas cubanas: "José foi o primeiro comunista!"
Mentira deslavada de Fidelinho...!
O Zé era carioca e namorava a rosinha... é o que eu sei.
Por MARRARAMA SIRISO, membro da Real Academia Brasileira de Absurdos (RABA), para o BLOG DO APOLÔNIO.

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